Womanifesto

[O manifesto foi primeiramente lançado no final da conferência“Feminists in the Media” em Nova Iorque, em 2 de Fevereiro sw 1975. Publicadp pela primeira vez na revista “Women & Film 2”, nº. 7 (1975). Traduzido por Eduardo Liron e Revisado por Débora Liron]

Sendo feministas que trabalham em cinema e vídeo coletivamente, vemos nossa mídia como um processo contínuo, tanto em termos da forma como é feita quanto do modo como é distribuída e exibida. Nos comprometemos a fazer um controle feminista integral do nosso processo de trabalho. Não aceitamos a estrutura de poder existente, e estamos comprometidas a alterá-la através do conteúdo e da estrutura de nossas imagens, e também através das formas como nos relacionamos como um grupo em relação ao nosso trabalho e à nossa audiência. Fazer e exibir esse trabalho é um processo cíclico contínuo, e somos responsáveis por mudar e desenvolver nossas abordagens à medida que aprendemos com essa experiência. Nos enxergamos como parte de um movimento de mulheres mais amplo, dedicado a mudar a sociedade pela luta contra a opressão que se manifesta como sexismo, heterosexismo, racismo, classissismo, etarismo e imperialismo. O questionamento e aprofundamento de nosso entendimento dessas palavras e da questão de como a linguagem por si mesma pode ser opressiva é parte de nossa batalha continua. Queremos afirmar e compartilhar os aspectos positivos de nossa experiência, como mulheres que celebram. Feministas na Mídia 1975

AGRESTE, ou Agrupamento de Estudos Excêntricos, é um rincão virtual para intervenções e instalações de movimentos e pulsões marginais (Precarizadxs, Terroristas, Extrañxs, Messias, Negradas, etc.). No Blog da Zagaia, o periódico AGRESTE mantém uma coluna de traduções.

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