Declaração de Hamburgo

[Texto distribuído no Festival de Hamburgo em Setembro de 1979. Por dificuldades de obter o original em Alemão, foi traduzido do Inglês por Eduardo Liron]   Na ocasião do Festival de Cinema de Hamburgo, nós, cineastas alemães, nos unimos. Dezessete anos depois de Oberhausen, nós fizemos um balanço. A força do filme alemão é a sua diversidade. Dentro de três meses, começarão os anos 80. A imaginação não se permite governar. Os chefes do comitê não podem decidir o que os realizadores de cinema devem fazer. O filme alemão dos anos 80 não pode mais ser governado por forças externas como comitês, instituições e grupos de interesse como ele foi no passado. Acima de tudo: Nós não deixaremos que separem
  • o filme ficcional do documentário.
  • os cineastas experientes dos iniciantes.
  • os filmes que pensam seu meio (de forma prática como experimentos) dos filmes narrativos e comerciais.
Nós já provamos nosso profissionalismo Isso não significa que temos de nos reconhecer como uma guilda. Nós aprendemos que nossos únicos aliados devem ser os espectadores: Isto é, as pessoas que trabalham, que têm vontades, sonhos e desejos; isto é as pessoas que vão aos cinema e as que não vão; isto é, as pessoas capazes de imaginar uma forma completamente nova de filmes. Devemos seguir em frente.   Rainer Werner Fassbinder, Werner Herzog, Wim Wenders, e outros 57 signatários.

AGRESTE, ou Agrupamento de Estudos Excêntricos, é um rincão virtual para intervenções e instalações de movimentos e pulsões marginais (Precarizadxs, Terroristas, Extrañxs, Messias, Negradas, etc.). No Blog da Zagaia, o periódico AGRESTE mantém uma coluna de traduções.

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