Poemas Falados de Selinho Tambureco – Poesia

É coisa da Vila    O estádio é repleto Geral é o agito Meu time é completo E o jogo é bonito   O craque, discreto No jogo, restrito Põe-se então desperto Virado no esprito   Um pique e um breque Fez sentar o beque E o outro zagueiro   Daí, o goleiro Ganhou um sombreiro E… Gooooool do moleque!       Carnaval               Vem a Escola de Samba Em seu desfile global Naquela noite, a mais bamba A mais tradicional   E o ator (ex) mestre sala Comenta: “lindo, meu Zeus Tem preto naquela ala Que representa o Orfeu!”   E o pior ainda viria Coisa bizarra, esquisita À frente da bateria A tal de Maria Irrita   Que a agremiação não caia Mas registro a minha vaia      

Minha Gente boa gente
Deix’eu me apresentar
Já que aqui trimensalmente
Vou lhes expor meu pensar

Sou Selinho Tambureco
A versador sou metido
Versejo sem repeteco
Repente, Coco, Partido

Lhes trarei do universo
Pra lhes prender a atenção
Estruturado em verso

Tudo que é inquietação
Do vento que arriba saia
À espetada da Zagaia

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